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Para
quem não sabe, o Montanha Clube de São José
do Calçado possui sócios-fundadores, e tais sócios
possuem um certo privilégio de entrar nos eventos promovidos
pelo clube mediante entrada franca.
Pois bem, nessa acepção, o Zé do Gastão,
sócio-fundador do Montanha Clube, usufruía do benefício
para colocar seus filhos: Ricardo, Roberto, Renato Ronaldo e Zé
Vâni para dentro dos bailes.
Entretanto,
seus sobrinhos/primos: Joãozinho (filho do João
Almeida), Zé Carlos Almeida, o vereador, Antonio José
(filho do Toninho Almeida), Adolfo (Filho da Clari – mora
em Vitória), além de outros, também pegavam
uma “caroninha” com os primos na hora da entrada,
valia tudo para não pagar o ingresso.
Em um desses bailes, por volta de 1973, ocorreu uma cena hilária,
quando o Zé do Gastão entrava na portaria do Montanha
Clube, acompanhado de sua “filharada”, entrava o Zé
com aquela fila indiana. E nesse dia, o último da fila
era o Adolfo, filho da Clari (irmã da Vani). Por ser mais
moreno que os outros, Adolfo acabou sendo abordado pelo porteiro
pretendendo barrá-lo na entrada. Foi então que o
Adolfo respondeu ao porteiro: “Você não pode
me barrar porque eu também sou filho do Tio Zé”!
E não é que o porteiro não percebeu o furo
e deixou a “prole” do Tio Zé entrar, dizendo:
“Tudo bem, se você é filho do Tio Zé,
você pode entrar!
Narrado
por: João Domingos de Almeida (Joãozinho do João
Almeida)
Elias José de Ameida.
A foto retrata alguns dos
personagens
da crônica.

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