O
que mais entristece e incomoda o povo brasileiro é
a impunidade que impera absoluta dentro dos Palácios,
das Assembléias, da Câmara, do Senado e de quase
todos os Tribunais do Brasil.
A
maioria dos homens públicos brasileiros, de Vereador
do Caixa Prego, a Presidente da República, envolvem
se em negociatas e fazem da coisa pública a extensão
de suas receitas, atropelando a ética.
A
justiça é literalmente cega onde lhe convém.
Quinhentos e poucos anos de descobrimento foi pouco para apagar
a máxima que o povão costuma usar como ditado,
quase uma regra: somente pobres e pretos ficam na cadeia.
Temos
milhares de exemplos, porem, fiquemos somente no caso do Sr.
Paulo Maluf. Ladrão, corrupto, causador de um grande
mal ao Brasil, principalmente a São Paulo. Este cidadão
foi preso, com provas irrefutáveis, no entanto, o Supremo
Tribunal, concedeu harbeas corpus por que ficou com pena.
Isto mesmo pena, não é piada. Esta foi a principal
alegação do Tribunal. O ministro Carlos Veloso
deveria ter a mesma compaixão com os milhares de “Joses,
Joãos, Marias,” etc., pobres e muitas vezes injustiçados,
que mofam nas cadeiras brasileiras.
O
poderio econômico, na maioria das vezes formado por
dinheiro de caixa dois, acumulado pelo não pagamento
de impostos, subfaturamento de obras públicas, entre
outras, são usados para subornar autoridades governamentais
em prejuízo da nação, enquanto o povo
morre nas filas dos hospitais e os jovens não conseguem
vagas nas universidades federais e muito menos empregos.
Parte
da imprensa, a oportunista, por sua vez, age também
de forma leviana, motivada pelo dinheiro fácil e sórdido,
não investiga e muitas vezes põem pedras para
encobrir as mazelas das elites que verdadeiramente subtrai
da sociedade tudo, inclusive a esperança.
Em
troca de grana, jornalistas marrons passam por cima de todos
os preceitos da ética aclamando e promovendo mal feitores
e, estes bajulados pelos “colunistas hipócritas”,
acham-se grandes benfeitores, ao destinar parte do dinheiro
sujo para obras sociais, no intuito de encobrir falcatruas
e enganar o povo. Porem, o povo esta começando a abrir
os olhos, apesar do analfabetismo e consequentemente do baixo
nível cultural.
Esta
situação bem representada no passado pelos currais
eleitorais patrocinados pelos coronéis, continua viva
nos bolsões de pobreza das grandes cidades brasileiras,
alimentada atualmente pelos coronéis da globalização,
que os querem somente na hora do voto. Eterna indústria
de dependência, para manobrar como melhor lhes convier,
perpetuando-se no poder.
Vamos
mudar minha gente, sei que é difícil acreditar
em políticos, porem, na hora do voto seja consciente.
Informe-se do candidato, analise sua vida pregressa e não
se deixe enganar com promessas vis, de salvador da pátria,
milagreiro e outras marmotas. Vote pensando no bem comum.
Pense em bons hospitais e colégios públicos,
pense nos seus filhos, seus vizinhos, no seu bairro, na sua
cidade. O seu voto tem um peso enorme, basta usa-lo com sabedoria.
Com ele você pode revolucionar este país. Portanto
vote pensando no coletivo, agindo assim fica mais fácil
acertar.
Vejamos
a história recente de nossa república: Os Generais
eram ruins. O Sarney filhote da ditadura, fraquíssimo,
O Collor um engodo, lunático, ladrão. O Itamar
honesto, porem amalucado, cheiro de manias e picuinhas. O
Fernando Henrique com todas as credenciais fez um bom primeiro
mandato, porem, se perdeu no segundo. O Lula, bem o Lula não
gosta de trabalhar, e seu partido, o PT que se proclamavam
o guardião da ética e da moralidade fez este
papelão que todos nos estamos assistindo.
Com
o desfecho, ficou comprovado que o PT trabalhou com afinco
estes 25 anos de vida formando um organograma para roubar
o País. Quase deu certo. Quem mandou se coligar com
escroques. Para o país foi bom, descobrir que no DNA
do PT se compara com as piores espécies de políticos.
Do qual o Brasil esta cheio e farto.
É
chegada à hora de reagir, pois apesar das riquezas,
o Brasil continua campeão de desigualdade, e definitivamente
a sociedade brasileira ainda não se deu conta do mal
que isto causa a nação. Somos prisioneiros desta
desigualdade que esta levando o país para uma convulsão.