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APÓS
UM SHOW, BATERISTA DA BANDA MAHNIMAL MORRE DE ENFARTE.
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Por
Sérgio Oliveira
Já não bastassem as mortes recentes do
baterista do Kraftwerk (Klaus Dinger) e do Abba (Ola
Brunkert), agora o Brasil acordou com a triste notícia
da morte de um dos bateristas mais versáteis
do rock nacional. Na manhã de 10 de abril, quinta-feira,
um enfarte tirou de cena o baterista da banda capixaba
Mahnimal, Manoel Carlos Dutra de Queiroz Júnior,
o Queiroz, de 36 anos. Queiroz estava hospedado no Hotel
Casa Clube, em Bragança Paulista, estado de São
Paulo e, após um show da turnê de lançamento
do novo CD, se sentiu mal e pela manhã foi encontrado
morto em seu quarto.
Segundo o empresário da banda Mahnimal, Edu Louzada,
Queiroz se divertiu muito e chegou a cantar na apresentação
do último show, na quarta-feira, dia 9, como
se ele soubesse que iria morrer.
Na ocasião do acontecimento fatal, o grupo Mahnimal
estava em Bragança Paulista desde o dia 3, onde
tinha como objetivo divulgar o CD “Ao Vivo em
Montreux”, gravado no 41° Montreux Jazz Festival,
na Suíça, no ano passado.
Edu Louzada contou que após o show dos integrantes
do Mahnimal, somente o baterista Queiroz não
foi para outro evento, onde fizeram uma participação
especial. Queiroz preferiu ficar no hotel por ter se
sentido mal. Antes de ir dormir, esteve na portaria
e fez fotos com os funcionários da recepção.
“Todos estavam hospedados no mesmo quarto. Ao
retornarem, por volta das 3 horas, os meninos perguntaram
como ele estava. Queiroz respondeu que tinha algo estranho
no peito, mas não aceitou ir ao médico.
Pela manhã, ao acordarem, o encontraram morto”,
afirmou Edu.
O vocalista da banda Mahnimal, Alexandre Lima, estranhando
o fato do músico estar dormindo até mais
tarde, uma vez que sempre era o primeiro a acordar,
resolveu puxar o dedão de Queiroz, para despertá-lo.
Foi aí que corroborou que o colega havia falecido.
Manoel Carlos Dutra de Queiroz Júnior, o Queiroz,
de 36 anos entrou para o grupo Mahnimal desde a primeira
formação, há 12 anos. Era casado
com a funcionária pública Adriana Queiroz,
34, e pai de duas meninas, de 6 e 12 anos de idade.
Sua esposa desabafou dizendo que não entendia
o que teria acontecido: “Não entendo o
que pode ter acontecido, já que o Queiroz estava
bem e nunca reclamou de problema. A única coisa
que sei é que não vou ver meu marido mais.
Ele era nossa paixão, especialmente com as meninas,
que era um grude”, lamentou.
A morte prematura do baterista abalou muitos músicos
e artistas capixabas, que já ponderam em fazer
uma homenagem ao colega de trabalho.
O ex-integrante e um dos fundadores da Banda Mahnimal,
Amaro Lima que era amigo de Queiroz há 15 anos,
tendo convivido com ele diariamente em turnês
e até dormindo no mesmo quarto, afirmou que o
baterista era um músico brilhante. “O Espírito
Santo perdeu um dos seus maiores bateristas”,
disse.
A cantora Tammy que muitas vezes se apresentou com o
músico Queiroz, disse que ficou chocada. “Ele
era um baterista incrível. Estava entre os cinco
melhores do Estado em minha opinião”, comentou.
Ela ainda disse que Queiroz, que não era muito
de baladas, vai fazer falta no cenário da música
capixaba. “O Queiroz não era muito de sair,
ficava mais em casa, com a família. Ele era muito
jovem, tinha a vida toda pela frente”, finalizou.
O músico Marcelo Ribeiro que conhecia Queiroz
há 13 anos disse que um dia antes da morte do
amigo, conversou com ele pelo MSN: “Conversamos
ontem (quarta-feira) pelo computador sobre problemas
de saúde. Eu tive uma queda de pressão
em um show na semana passada e falamos sobre isso, que
estamos ficando velhos e temos que nos cuidar.”
Ainda comentou que o baterista merecia uma homenagem,
mas por enquanto não era o momento para tratar
desse assunto. “Com certeza, os artistas farão
uma homenagem. Não sei ainda se será um
show, ainda é muito cedo. Eu farei três
shows esta semana e todos serão dedicados a ele”,
disse Marcelo.
Já o tecladista Léo Caetano, que está
na banda Mahnimal desde o ano de 1999, acrescentou que
era Queiroz quem promovia a união dentro da banda,
e que faria muita falta. “Ele era com quem eu
mais conversava na banda. Ele era meu vizinho em Bento
Ferreira. Era um cara bom, ótimo baterista. Nos
próximos dias deve acontecer alguma homenagem,
mas ainda é cedo para pensar nisso”, frisou.
Após a morte do baterista Manoel Carlos Dutra
de Queiroz Júnior, o Queiroz, vítima de
enfarte, a banda Mahnimal cancelou a turnê de
lançamento do CD “Ao Vivo em Montreux”,
gravado no 41° Montreux Jazz Festival, na Suíça,
no ano passado.
Edu Louzada, o empresário do grupo comentou que
os integrantes estão muito chocados com a morte
do companheiro e não tiveram condições
de conversar sobre o futuro do grupo.
Porém já adiantou que ninguém teria
condições de cumprir a agenda de shows
prevista para este mês, em São Paulo. “Não
sabemos o que vamos fazer, nem se a banda vai acabar.
O que sabemos é que não dá para
fazer show depois disso”, desabafou.
“Ele era o paizão da banda. O cara mais
família que já conheci. Era um dos mais
jovens e mais ajuizados de todos. Fazia fotos de tudo
e organizou nosso álbum”, finalizou emocionado
Edu.
MÚSICOS DESABAFAM
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“Certa
vez o Mahnimal tocou aqui em Conceição,
nos arredores da praça da matriz. Foi um
show bem animado que muito me agradou. Fui surpreendido
pela triste noticia da morte do Queiroz. É
uma lastima, pois era um homem jovem, talentoso,
que tão bem representava o Espírito
Santo na música dentro e fora do Brasil.
Isso nos faz lembrar de que podemos morrer a qualquer
instante, portanto é melhor dar o melhor
que temos o mais rápido possível,
pois pode ser que o amanhã não chegue.
É melhor aproveitar cada música que
ouvimos como se fosse a última.
Makson Côra, 22 anos, Vocalista e guitarrista
da banda punk Gelo Seco, de Conceição
do Castelo – ES.
“Nós tocamos juntos várias vezes.
Ele era uma gracinha de pessoa, sempre simpático,
sempre sorrindo. O Queiroz não era muito
de sair, ficava mais em casa, com a família.
É estranho pensar que não o veremos
mais, é muito triste.” Tammy, cantora.
“O Queiroz era um músico brilhante,
um pai de família espetacular e um grande
amigo. O Espírito Santo perdeu um dos seus
maiores bateristas e eu, um irmão.”
Amaro Lima, músico.
“Não tinha tempo ruim para Queiroz.
Foi uma grande perda. Conversamos ontem (quarta-feira)
pelo computador, sobre problemas de saúde.
Eu tive uma queda de pressão em um show,
na semana passada, e falamos sobre isso, que estamos
ficando velhos e temos que nos cuidar.” Marcelo
Ribeiro, músico.
“É
uma banda dotada de muita personalidade. O gênero
musical e o instrumental exótico foi o que
mais me chamou a atenção dentre todas
as características. Já toquei todo
tipo de música, mas não me considero
especialista em reggae e congo. Admiro o trabalho
da Mahnimal pela autenticidade e desempenho de cada
membro.
É realmente lamentável para nós
do meio musical saber que o baterista Queiroz tenha
falecido, desfalcando o grupo.
Música é uma necessidade. Não
façamos das fatalidades das nossas vidas
motivos para que ponhamos em risco a integridade
dos nossos trabalhos.
Quero deixar meus sentimentos a todos os membros
da banda”.
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Fábio
Ferreira, 19 anos, guitarrista e tecladista das
bandas Lado Avesso e Oseías Banda, diretor
e produtor musical. (São José do Calçado-ES) |
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Queiroz
segurou por anos as baquetas do Mahnimal.
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TAMMY
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O
BATERISTA |
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Queiroz
iniciou a sua carreira na música aos 15
anos de idade. Ele era ‘holdie’ (pessoas
que ajudam as bandas a carregar instrumentos e
montar os palcos dos shows), mas por ser eficiente,
logo em seguida passou a ser baterista.
A PRIMEIRA BANDA
Camisa de Força foi sua primeira banda.
Isso há vinte anos, onde lançou
a música “Eu não nasci pra
ser pobre”, que virou um grande sucesso
anos depois com a banda Mahnimal.
Depois da banda Camisa de Força, Queiroz
uniu-se aos irmãos Alexandre e Amaro Lima
e formou a banda Gangster, parceria esta que rendeu
muitos outros trabalhos.
Na década dos anos 90, Queiroz, Alexandre
e Amaro fundaram a banda Mahnimal, que alcançou
sucesso no País e até rendeu turnês
por toda Europa.
Além da banda Mahnimal, Queiroz atuava
em mais dois projetos: Marcelo Ribeiro e Banda
B, com Ribeiro e Amaro Lima, e o Rock Four, com
Alexandre Lima.
O baterista tinha suas composições
próprias e também planos de gravar
um CD com as mesmas. “Todo ano ele tentava
gravar esse disco e não conseguia por falta
de tempo. Este ano ele disse que ia gravar”,
lembrou o amigo Amaro Lima.
Queiroz deixou viúva a funcionária
pública Adriana, 34 anos, com quem teve
duas filhas, uma de 6 e outra com 12 anos.
O músico havia mudado os hábitos
alimentares nos últimos meses, fazendo
dietas para emagrecer e se esforçando para
deixar o tabagismo.
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O ADEUS A QUEIROZINHO
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“É
a dor mais forte que eu já tive na minha
vida”. Palavras proferidas por Adriana Queiroz,
viúva do baterista da banda Mahnimal, Manoel
Carlos Dutra de Queiroz Júnior, durante
o velório do músico na noite de
sexta-feira, dia 11 de abril.
O sepultamento se deu no Cemitério Parque
da Paz, na Ponta da Fruta, em Vila Velha, no dia
12 de abril, sábado, onde seu corpo foi
cremado.
Muito atenuada, Adriana Queiroz comentou que quando
recebeu a notícia não acreditou.
“Quando eu recebi a notícia eu estava
lendo um e-mail dele e respondendo, a gente estava
falando sobre o aniversário da nossa filha.
Foi um choque, eu não acreditei, achei
que era uma brincadeira de mau gosto. Foi a notícia
mais dura de receber na minha vida”, afirmou.
O músico era casado com Adriana há
13 anos. As filhas do casal, Beatrice, de 12 anos,
e Isabela, de 6 anos, reagiram muito mal ao saber
do falecimento do pai. Segundo Adriana, Beatrice,
a filha de 12 anos, chorou muito. Adriana ainda
se lembrou com carinho como era Queiroz:
“Queiroz
era a pessoa mais linda que eu já conheci.
Era iluminado, sempre tinha um colo, um ombro.
Para os amigos era um irmão e para mim
ele era um marido, companheiro, amigo e o grande
amor da minha vida e sempre vai ser”, disse
muito emocionada.
Por outro lado, o vocalista do grupo Mahnimal,
Alexandre Lima, de 38 anos, disse que os músicos
dormiam no mesmo quarto, e quando acordaram por
volta das 9h, encontraram Queiroz já sem
vida. “São 20 anos. Muito antes de
Mahnimal, muito antes de qualquer coisa, éramos
amigos de colégio e sempre tocamos juntos,
desde guri, desde os 16 anos de idade. Eu não
sei nem o que falar, ainda estou tentando processar
o que aconteceu, é difícil demais”,
desabafou em prantos Alexandre.
De acordo com o pai do músico, Manoel Carlos
Dutra de Queiroz, de 66 anos, o filho era o braço
direito da mãe, Flora Queiroz, que estava
muito triste e preferiu não falar com a
imprensa. “Na véspera do falecimento,
ele ligou para ela para saber como estava, para
oferecer apoio caso ela precisasse de qualquer
coisa. Ele foi um menino alegre, amigo dos amigos
dele e agora estou vendo que muito querido por
todos”, relatou, Manoel Carlos Dutra de
Queiroz, o pai.
Queirozinho, como era chamado pela família,
sempre foi deslumbrado por música, e os
pais o incentivaram desde pequeno, dando-o de
presente uma bateria aos 6 anos. Segundo o pai
de Queiroz, o músico também tinha
várias composições, consideradas
na opinião dele mais “suaves”
do que as tocadas pelo grupo e almejava lançar
um CD.
Durante 12 anos, Queiroz foi quem segurou as baquetas
no grupo Mahnimal, desde o nascimento da banda,
em 22 de dezembro de 1995. Entre tantos fatos
marcantes de sua carreira, destaca-se a criação
da batida rockongo, mistura de rock e congo que
traduz bem o som da banda.
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A
BANDA E SUA HISTÓRIA
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Não
muito diferente de Outras bandas, o Mahnimal surgiu por
meio de um encontro de amigos de infância e adolescência
dos jovens, Amaro, Alexandre Lima, Fabio Carvalho, Queiroz
e Ronaldo Rosman. O fruto desse encontro amadureceu no
dia 22 de dezembro de 1995, com a fundação
da banda Mahnimal, que nos dias de hoje conta ainda com
mais dois integrantes, Léo Caetano e Fernando Farinha,
músicos de apoio que fazem bonito nas apresentações
da banda.
Começo do ano de 1990. Na Ilha de Vitória,
capital, nasce um ritmo desconhecido até então,
que combinava a cultura local com a música pop
mundial e, que foi batizado de ROCKONGO, ritmo criado
pelo grupo Mahnimal. O novo ritmo respeitava a tradição
do Congo e a manifestação folclórica
típica capixaba.
A fama logo bate à porta da banda. Isso lhe rendeu
muitos prêmios. O primeiro registro fonográfico
do MAHNIMAL se deve a um concurso de jingles vencido pela
mesma. Em junho de 1996, o Mahnimal ganha o prêmio
de melhor arranjo no Festival Nacional de Música,
em Alegre - ES, festival esse que na ocasião teria
360 músicas inscritas. Pela primeira vez o Rockongo
foi mostrado para um público de mais de 20. 000
pessoas. No mesmo ano, no meado de agosto, a Rádio
France Internationale (RFI) indica "Rockongo",
na lista das 440 músicas de artistas internacionais,
como um dos 8 melhores trabalhos da América Latina
e Caribe, o que lhe dá de presente a inclusão
de “Rockongo” no CD "Lês Decouvertes
96 de RFI", com distribuição por todo
mundo.
Ainda em setembro de 1996, o grupo Mahnimal assina contrato
com a gravadora Polygram, selo Doma Discos, que tem como
homem de frente, o empresário Dodi Sirena, empresário
famoso que empresáriou cantores como Roberto Carlos,
Julio Iglesias, etc. Assim, a banda entra em estúdio,
em pleno carnaval carioca de 1997, com o produtor Carlos
Savalla (Paralamas, Legião, Pato Fú, e outros).
Do CD MAHNIMAL, o primeiro grande sucesso foi a música
"Tequila Brown", que de quebra alcança
o 1º lugar nas paradas em várias rádios
do ES, MG e Bahia. Março de 1998, o Mahnimal recebe
o Troféu Guananira como o melhor CD de 1997 e,
por meio dos votos dos leitores do jornal A Gazeta, de
Vitória – ES, é eleita a melhor banda
do ano de 1998 e 2000, um fabuloso prêmio para quem
acabara de lançar um novo ritmo musical.
Já em junho de 1998, o grupo Mahnimal parte de
malas para São Paulo, realizando diversos shows
e entrevistas, como nos programas Videoshow, Raul Gil,
Quem Sabe Sábado, Metrópoles, Top Teen e
nos jornais Folha de São Paulo, JB, O Globo, Planet
Music e outros. Três meses depois, em setembro,
após gravar a faixa título do 12º CD
de Zé Geraldo, "No meio da área",
o Mahnimal recebe convite da produtora Byngton & Casé
para se apresentar na Expo 98, em Lisboa. No show, em
Lisboa, que durou 30 minutos, o convite foi estendido
para uma nova apresentação no mesmo dia
e, ao final do 2º show, foi contratado para encerrar
a participação brasileira no evento.
Depois desta passagem, o Mahnimal estende sua temporada
pela Europa, turnê essa programada para uma semana,
mas que na verdade transformou-se em uma turnê de
34 dias, passando por Portugal, França, Espanha
e Itália, totalizando 11 apresentações.
O último país que recebeu a visita da famosa
turnê foi Portugal, no Paradise Garage, de onde
o Mahnimal saiu com um CD gravado ao vivo e a música
"Tequila Brown" que alcançou o Top 20
da rádio portuguesa Metropolitana FM.
Em julho de 99, o MAHNIMAL realizou 10 apresentações
pela Espanha, Bélgica e Portugal, em alguns dos
maiores festivais de World Music da Europa (Sfinks, Del
Grec, etc.), recebendo destaque na mídia de todos
os países por onde passou.
No ano 2000, O grupo buscou concentração
na produção independente de seu segundo
CD, "Tow Tow”, muito bem aceita pela crítica
especializada. Mahnimal, em Março de 2000, recebeu
o Troféu Guarnice, como melhor trilha sonora original
no XXIII Festival de Cine Vídeo do Maranhão,
e já em outubro, a banda é considerada como
uma das bandas mais promissoras do território brasileiro,
recebendo convite para gravar um clip para o programa
Fantástico, da Rede Globo, apresentado por Marcelo
D2, por onde ganhou repercussão nacional.
Nos dias de hoje, o Mahnimal experimenta o sucesso merecido
junto à crítica, aos produtores musicais
das gravadoras e às produções de
TV, sendo chamado para cantar nos programas de maior audiência,
tais como "Programa Livre", onde a produção
o “obrigou” a executar dois números,
quando de acordo com os padrões, só se canta
uma música. Ainda lançou CD no SESC Pompéia
(SP) entre outros eventos.
O Mahnimal é:
Alexandre Lima (Vocal / Guitarra) / Amaro Lima (Baixo
e vocal) / Fábio (Percussão) / Ronaldo (Percussão)
e a bateria por enquanto espera por um substituto de Queiroz,
que morreu de um enfarte recentemente.
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